Mostrando postagens com marcador jamie cullun. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jamie cullun. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

God only knows


Tive uma ideia:
-Eu te amei e ponto.
Agora procuro outros temas
Outras razões, outros assuntos,
Mas jamais escondi da minha mente –

-God only knows...


Vitrola: God Onyl Knows – Jamie Cullun

sábado, 26 de janeiro de 2013

E Se...



Eu se eu dominasse por um dia este mundo?
O que eu faria?

A inspiração de Jamie para esta bela canção não deve ter sido muito diferente da minha em escrever este post, mas ele é um grande artista e sabe expressar melhor seus sentimentos, suas criticas, suas ideias.

Talvez eu não fosse tão bonzinho quanto ele...

If I ruled the world,
Every man would be as free as a bird.
Every voice would be a voice to be heard,
take my word we would treasure each day that occurred

Não creio que eu deixasse certo tipo de gente cantar livremente como os pássaros, desfrutando da natureza, do que é belo e livre. É preciso desprendimento, equilíbrio, e muito amor para ser Dono do mundo e não cometer injustiças.

Certo seria que todos os dias pelo menos durante cinco minutos choveria... água purifica, limpa, refresca, seduz...

Mas também nasceriam milhões de rosas de todas as cores em todos os canteiros deste planeta, do mais simples alcançando os jardins dos palácios de reis e rainhas... as rosas não falam já dizia Cartola, mas elas simplesmente exalam os perfumes do amor.

Eis Jamie exaltando a vida, os sonhos, a vida como ela é, e não é.

Há vozes. Há braços. Há poesia na música de Cullum.

Vitrola: Jamie Cullum - If I Ruled The World

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Aprisionado



E por que alguém gostaria de ser eu?
Jamais faça a si essa pergunta,
Pois soa arrogante, prepotente e principalmente:

É tão cruel consigo mesmo...

Eu sei quem sou
De tudo que não posso
De tudo que desejaria ser e não sou
De tudo que nunca terei para dividir
Sei também tudo aquilo que me apaixona
E impulsiona-me a teimar em viver
Fingindo sorrir nas horas de sofrimento
Quando tudo sai errado, tudo mesmo,

É um golaço contra na decisão de campeonato...

Música é isso...

talvez seja a minha essência
música para ninar neném  
música de embalar casais enamorados
música de suspense no cinema
música de fazer chorar nas horas erradas
música desafinada e sem nenhum ritmo
música para velórios
música para comemorar nascimentos
música de elevadores,
música de muita solidão,
música de sábados à noite,
música de Bach,
música de Hendel,
música de Lennon,
música de Mercury,
música de Brett,
música de despedida...

Eu sou a música que nasceu comigo e mais nada!

Ou então eu sou como a poesia errante
que atravessa o mar presa na garrafa...

Alguém, alguém um dia irá liberta-la,

“Don't leave me high, don't leave me dry…”

Vitrola: Jamie Cullum High and dry (Radiohead cover)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Gran Torino, o Desafio



Dias desses passei à tarde na sala escura do cinema. Que delícia!
Assisti dois filmes que ainda não havia curtido na telona.

Hoje falarei de “Gran Torino” (2008) do genial ator e, diretor norte-americano Clint Eastwood. Não perco nenhum de seus filmes desde “The Bridges of Madison County”/As Pontes de Madison (1995), uma pérola da obra de Eastwood.

Neste longa, Clint vive o personagem Walt Kowalski, um polaco-estadunidense veterano da Guerra da Coréia, que tem problemas familiares, realçados após a morte da esposa.

Depois disso ‘Wally’ continua a morar em sua casa, contrariando os desejos dos filhos, que expressam a vontade de que ele vá morar em algum retiro para idosos. A velha questão de como a sociedade ocidental descarta seus anciões.

Kowalski mantém a sua rotina: ele, ex-funcionário da Ford, faz ocasionalmente consertos em residências e suas distrações são saborear uma cerveja na varanda e ir mensalmente ao barbeiro. Não tem amigos nem planos para o futuro.

Sozinho em um bairro do subúrbio de Detroit, nutre antipatia por seus vizinhos asiáticos, xenofobia que ele trouxe da guerra. Kowalski credita aos imigrantes a devastação da economia e do modo de vida estadunidense e não esconde seu desprezo ao ver o filho dirigir uma Toyota, bem como aos vizinhos da casa ao lado da sua.

Sua rotina, no entanto será alterada radicalmente após aproximar-se de dois jovens vizinhos, os irmãos Sue e Thao. Sue lhe introduz à cultura hmong, etnia do Sudeste Asiático da qual faz parte.

Daí em diante assistimos um desdobramento de coragem para retroceder quando descobrimos que estamos errados, fé e fidelidade nos laços de amizade erguidos a partir do autoconhecimento, da abertura a outros olhares e, no prazer em dividir experiências.

Durante a exibição lembrei bastante do meu pai. Compreendi que as dores de uma vida estão enraizadas muitas vezes por falta de um abrigo, de um porto seguro, que a família (que deveria ser esta rocha) em certos momentos desfaz, omite, finge não ver covardemente. A sensação de desamparo deve ser terrível.

“Gran Torino” é um filme comovente, sutil, afetivo, e desafiador para todas as gerações, sobretudo para as mais jovens. 

Trilha Sonora
Artista: Jamie Cullum
Música: Gran Torino

terça-feira, 12 de maio de 2009

Tecladistas 1

O cantor e pianista inglês, Jamie Cullum, alterna sua música entre o jazz e o pop contemporâneo.

Aqui, Cullum apresenta “Mind Trick” no lendário programa de música pop do Reino Unido, Top of the Pops.

O sereno lá fora não resistirá ao embalo dançante de Cullum nesta noite de terça-feira.