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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Chato FC


E no meio daquele show algumas pessoas nem olhavam para o palco e eu pensava: mas que diabos esses idiotas estão fazendo aqui? Pagaram um show de Moz para ficar olhando a porra de um celular e jogando conversa mole fora enquanto rola uma fascinante apresentação?

Então no refrão Moz solta sua voz e canta:

Este mundo está cheio
Completamente cheio de gente muito chata
E eu devo ser um
Porque nunca ninguém se vira para mim e diz
'Me tome em seus braços
Me tome em seus braços
E me ame'

Enquanto isso na plateia eu apenas assisto e imagino o quanto muita gente me acha um chato tão grande quanto ele...

Na parte seguinte da música Moz e eu nos vingamos de quem é chato de verdade:

O que realmente existe
Por trás das restrições da minha mente?
Poderia ser o mar?
Com o Destino me ultrajando de volta?
Não, são apenas mais pop stars de boca fechada
Mais substanciosos que merda de porco
Nada a transmitir
Eles têm tanto medo de mostrar inteligência
Isso poderia embaçar suas adoráveis carreiras

Este mundo
Eu estou assustado
É projetado para gente muito chata
Eu não sou um
Eu não sou um
Você não entende
Você não entende
E ainda assim você pode
Me tomar em seus braços e me amar
Me amar
E me amar

Me tome em seus braços e me ame
Me ame, me ame
Me tome em seus braços e me ame
Me tome em seus braços e me ame
Você faria
Você faria
O que você gostaria?
Oh oh oh oh oh

Quando termina o show eu já não me lembro mais das trezentas e cinquenta e quatro personas que conheço e são insuportáveis, pois
naquele misero instante em minha cabeça ecoam as canções do cara mais chato do rock, o meu querido Morrissey.

Sou mesmo chato, e daí? Será que apenas eu e Moz estamos certos?
E afinal de contas...

O que realmente existe
Por trás das restrições da minha mente?
Poderia ser o mar?

Bem, isso vocês todos ficarão tentando imaginar e adivinhar.


Morrissey - The World Is Full Of Crashing Bores

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Kiss Me


Morrissey e seus felinos, Morrissey e suas belas canções.

Existe um lugar onde esse sujeito é muito feliz: sobre o palco!

Nós agradecemos!

Dedico esse post ao meu eterno amigo peludo, Bob que partiu alguns dias atrás após dezesseis anos de muitas alegrias e traquinagens.

Saudades...


Morrissey - Kiss Me Alot

domingo, 7 de agosto de 2016

Domingo sem sol


E hoje é domingo novamente! 

Amigos e amigas arregalem os olhos e sintam que o ar até parece mais leve na cidade poluída e suja...

Pelas calçadas jovens e anciões passeiam, enquanto a criança corre solta pela avenida fechada para os automóveis. Acho que até consegui ver alguém sorrindo, foi discreto mas existiu.
E logo mais à noite todos estarão felizes pelo breve sentimento de liberdade.

Cante Moz para todos nós enquanto a chuva avizinha-se pela janela da sala de estar.


Morrissey - Everyday Is Like Sunday

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Trilhos e Vãos


Meu vagão descarrilhou
me sinto a própria ferrovia
repleta de curvas sinuosas na descida da serra
nessa hora o melhor é mesmo
rir de si próprio
é o que me sobra...

Canta Morrissey, não é para mim, mas fica sendo...

Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man
Bad


Vitrola: The Smiths - Please Please Please Let Me Get What I Want

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Birdman, Morrisey e Eu


Ontem à noite assisti “Birdman (EUA/2014) - (A Inesperada Virtude da Ignorância)” dirigido por Alejandro González Iñárritu e com elenco capitaneado por Michael Keaton, Zach Galifianakis, Edward Norton, Naomi Watts, Emma Stone, entre outros.

Para além da crítica avassaladora que o filme traça sobre o mundo do entretenimento o que inclui, sobretudo o próprio cinema, “Birdman” é uma aula sagaz de narrativa cinematográfica, de como é sim possível ainda realizar filmes inteligentes, embora esse definitivamente não seja uma película dedicada as massas, uma consequência inevitável da estética pobre gerenciada nas últimas décadas pelo mundo coorporativo do entretenimento em relação a tudo, teatro, cinema, literatura etc.

Algumas “coincidências” também chamam a atenção durante a exibição na tela desta obra, como por exemplo a escolha de Michael Keaton para o papel central - vivendo na tela o ator Riggan Thomson, preso a sua personagem de maior repercussão em sua carreira (O homem pássaro), e Keaton entende um pouco sobre o assunto  - basta mencionar a palavra “Batman” e tudo passará a fazer certo sentido.

Humor negro, situações conflitantes, metáforas hilárias, e uma boa dose de sonhos em alguns instantes compõe o arcabouço estético deste filme, e como é impossível dissociar a sua própria vida daquela telona à sua frente, eu enxerguei porções generosas de “Birdman” dentro do meu próprio ego, pois é fácil estar preso a sua persona mais popular durante a vida, o difícil mesmo e libertar-se disso e fazer o longo retorno a sua essência, algo que provavelmente ficou perdido em nossa infância.

Birdamn, Morrisey e eu – devemos mesmo fazer parte da mesma sala de aula de outrora e, isso vale a todos pois somos todos iguais nesta noite, pelo menos enquanto assistimos as acusações e peripécias de Iñárritu e seu incrível Homem Pássaro.


Vitrola: Morrissey - Please, Please, Please, Let Me Get What I Want

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Canção do vento e da minha vida



Desta vez alguns poetas me acompanham para celebrar a data, para me ajudar a tentar entender o que me aconteceu nos últimos 45 anos...
A ação do tempo sempre me mobilizou, encantou e ao mesmo tempo assombrou:
“O tempo traz
o que você não esperou
nem percebeu
que não volta mais
viveu, passou, /morreu”,
diz Guilherme Arantes em uma de suas mais recentes canções.
Existem alguns séculos separando Guilherme, eu e o poeta Manuel Bandeira,
mas quando leio o poema de Bandeira, logo arregalo os olhos, parece-me tão atual!
Canção do vento e da minha vida
O vento varria as folhas,
O vento varria os frutos,
O vento varria as flores...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De frutos, de flores, de folhas.
 
O vento varria as luzes,
O vento varria as músicas,
O vento varria os aromas...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De aromas, de estrelas, de cânticos.
 
O vento varria os sonhos
E varria as amizades...
O vento varria as mulheres...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De afetos e de mulheres.
 
O vento varria os meses
E varria os teus sorrisos...
O vento varria tudo!
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De tudo.
Manuel Bandeira
O vento que varria os meses, e varria o lindo sorrir, varria às vezes a esperança...
É neste instante que o outro poeta do século passado entra em cena e canta com sua dramaticidade ímpar que me encanta, pois sei sim que sou um ser dramático por natureza:
“Please wait
Don't lose Faith”…
Morrissey me presenteia com sua singularidade poética,
e assim recebo os presentes atemporais, as mensagens de fé e esperança em mais um natal Cármico.
Obrigado meus queridos amigos...
Vitrola: Morrissey - I know It's Gonna Happen Someday
 

domingo, 25 de maio de 2014

Eyes


Miseráveis
Esta noite eu abri meus olhos
É que não quero mais sonhar com eles fechados
Vitrola: The Smiths - Heaven Knows I'm Miserable Now

sábado, 21 de dezembro de 2013

Canal da Mancha


Perdi
Qualquer chance minimamente decente
De morar e viver em Paris...

Canta Moz, cante bem alto.


Vitrola: Morrissey - I'm Throwing My Arms Around Paris

terça-feira, 19 de março de 2013

Ignore



Essa não é uma música que você deva cantar para o seu chefe, até porque não adiantaria nada mesmo...

The more you ignore me
The closer I get
You're wasting your time

Aqui Moz parece falar sobre paixão, aquele fogo que persegue você e bilhões mundo afora, e de outros desastres que acontecem em nossas pobres vidinhas suburbanas.

E assim eu vou seguindo a turba de pecadores pela avenida em plena segundona, neste instante sou uma espécie de Tony Manero desfilando alguma sordidez disfarçada de confiança pelas calçadas de São Paulo.

Vitrola: Morrissey – The more you ignore me, the closer i get

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

As Luzes do Amanhecer



Às seis da manhã a noite terminou. Para ele a vida dava o seu último suspiro, sem nenhuma gloriosa despedida, nem sequer lágrimas de remorso, ou dores por seu passado de amarguras.

Dias antes o último adeus. Ciente da proximidade inevitável do fim juntou suas derradeiras forças para ir de encontro ao seu cofre particular em um renomado banco.

Resgatou dele um objeto guardando no bolso direito de seu casaco de couro. Ao chegar em casa discou para o número desejado e deixou um recado na secretaria eletrônica, era uma espécie inconsolável de dizer adeus.

Partiu sem vê-lo, nem mesmo ao longe. Sentiu apenas o perfume cítrico que costumava inalar quando o encontrava secretamente em noites e dias inesquecíveis.

As cinco e vinte daquela madrugada pediu ao seu enfermeiro que colocasse a sua canção predileta no Cd Player instalado propositalmente ao lado de seu leito:

Toque repetidamente até o raiar do dia, ou até cessar a minha respiração. Foi enfático, mesmo agonizando, o corpo, a alma, o coração.

And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Such a heavenly way to die
And if a ten-ton truck
Kills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure and the privilege is mine

No silêncio da manhã sobre o móvel do quarto - já vazio - o misterioso objeto: um porta retrato guardado como troféu, nele a imagem que carregou consigo para a eternidade.

Vitrola: The Smiths – There is a Light That Never Goes Out

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Rastros e Poeira



Rastros
a poeira cósmica
e suas digitais
agora são história...

Vitrola: The Smiths – Good Times for a change (Please, please, please)

domingo, 2 de dezembro de 2012

Para-Raios



A angústia persistente, irremissível da solidão. A melancolia que faz brotar a observação sobre as relações humanas.
Ou simplesmente a própria dor da incompreensão da vida cotidiana em massa.  

“Eu tive um péssimo sonho/que durou vinte anos, sete meses e vinte e sete dias/nunca jamais tive outro”.

Sorria! Afinal você acaba de descobrir que hoje será mais um domingo de lasanha em seu cardápio. Anime-se, pois sua vizinha ao banho solta a voz e cantarola um lamento pop descartável qualquer, poderia ser bem pior caso fosse uma toada ‘sertaneja’ de oitava categoria.

Agradeça aos céus por amanhã já ser segunda e, então todos os zumbis estarão novamente desfilando seus desejos natalinos pela avenida dos desgarrados.

Alguém na TV deseja paz e luz no ano novo... A paz eu não sei, mas se ela pretende luz que fique agarrada a um para-raios desses que avisto daqui da janela na hora do temporal do fim de tarde. É batata!
Corrigindo: é luz em correntes elétricas...

Agora eu compreendo você Moz nesta linda canção.

Vitrola: The Smiths – Never Had No One Ever

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Blues Fúnebres



Que parem os relógios, cale o telefone,
jogue-se ao cão um osso e que não ladre mais,
que emudeça o piano e que o tambor sancione
a vinda do caixão com seu cortejo atrás.

Que os aviões, gemendo acima em alvoroço,
escrevam contra o céu o anúncio: ele morreu.
Que as pombas guardem luto — um laço no pescoço —
e os guardas usem finas luvas cor-de-breu.

Era meu norte, sul, meu leste, oeste, enquanto
viveu, meus dias úteis, meu fim-de-semana,
meu meio-dia, meia-noite, fala e canto;
quem julgue o amor eterno, como eu fiz, se engana.

É hora de apagar estrelas — são molestas —
guardar a lua, desmontar o sol brilhante,
de despejar o mar, jogar fora as florestas,
pois nada mais há de dar certo doravante.

W. H. Auden

Vitrola: The Smiths - Well I Wonder

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Poeta Insone



Acordei naquele domingo cansado da vida. Não levantei cedo, não tomei café, não escovei os meus dentes, não sorri quando avistei a Fedora.

Ficaria um dia inteiro descrevendo os nãos daquele dia, prefiro então enumerar outras causas.

Primeiro: Porque alguém é feliz simplesmente por ter um domingo de folga?

Segundo: Será que existem outros pratos além da lazanha e da famigerada macarronada para se comer aos domingos?

Liguei o som no talo e ouvi Morrissey sussurrando:

Everyday is like Sunday
Everyday is silent and grey

Pronto: Acabara de preencher o vazio do meu domingo, pelo menos por quatro eternos minutos.

Depois disso li Neil Gaiman, escrevi alguns versos, lembrei de alguém (sempre, sempre a mesma história), e no final da noite após comer um omelete de queijo e presunto com ervas, cantei sozinho “Everyday is Like Sunday”, me deu uma vontade pavorosa de chorar, mas era apenas mais uma noite solitária de domingo em minha vida suburbana.

Bem o dia seguinte seria outra segunda-feira.

Vitrola: Morrissey - Everyday is like Sunday

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Melancolicamente



Está tudo tão calmo hoje por aqui no “Paraíso”, meu novo lar. Não resisti e coloquei Morrissey no Ipod ‘vitrola’ (tu podes, nós podemos).

Fiquei sozinho em casa pensando em amigos que não deram certo juntos... Desolação, não sei, tristeza mesmo quando algo promissor não dá certo... Mas não adianta lamentar o leite derramado, a vida é muito mais que dinheiro para ter aquilo, isso, aquilo outro e, se alguém não percebe o que se passa ao redor com olhos para enxergar o invisível a vida acaba desse jeito, decadente, melancólica e triste...

“Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você precisa ser feliz tomando sorvete, levando os filhos para brincar. Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis."

Roberto Shinyashiki

Na vitrola: Morrissey - Hairdresser on Fire

quarta-feira, 27 de junho de 2012

A Chuva e eu



The rain falls hard on a humdrum town
This town has dragged you down
Oh, the rain falls hard on a humdrum town
This town has dragged you down

And everybody's got to live their life
And God knows I've got to live mine
God knows I've got to live mine

Jonathas, Jonathas it was really nothing

The Smiths - William it was Nothing

quinta-feira, 22 de março de 2012

Atormentado...



Eternamente atormentado...

Eu sou o garoto da canção
do chicote escondido embaixo do tapete
dos poemas confessionais e incompreendidos
e olha aquela fila lá fora
são todos os incompreendidos deste mundo
em assembleia geral reivindicando atenção
carinho, amor e ternura.

Eternamente atormentado...

Eu já não sou mais um garoto
agora ando com a ajuda de uma bengala
envelheci tão precocemente em SP
não tenho mais amigos
alguns se foram
outros morreram
e o restante eu enxotei daqui.

The boy with the thorn in his side
Esse com certeza sou eu.

Trilha Sonora
Artista: Morrissey
Música: The Boy With the Thorn in His Side

segunda-feira, 12 de março de 2012

A Igreja de Morrissey



Um temporal antes, a devoção depois. Os corações foram acessos pela poesia catártica do inglês que preferiu se refugiar em São Francisco na Califórnia, e assim viver distante da família real britânica.

Era domingo, a igreja estava tomada e os fieis compareceram em grande número. Tudo quase perfeito apesar de muita coisa estar fora de seu devido lugar, afinal o show é no Brasil, o eterno país do improviso.

Na abertura vários vídeos de artistas que inspiraram o anfitrião da noite. Então às 21h04 o cara pisa o palco vestindo jeans e uma camisa bege de colarinhos grandes: Delírio!

Um show de Morrissey em pleno domingo à noite faz realmente você lembrar de algum ritual religioso. O telão não funcionou, o som era deficiente, não havia ar-condicionado, a acústica do local era péssima, mas e daí? O cara lá na frente cantando era Steven Patrick Morrissey, 52, em plena forma física e artística.

Não custou para que todos estivessem cantando os hinos do “reverendo” Mozz. O show é simples esteticamente, e isso não quer dizer que o cenário seja feio, muito pelo contrário. Em tempos de mega shows aqui e ali, onde quase sempre a música é relevada a terceira importância, Morrissey destoa. O que importa é cantar suas músicas deixando o foco ao que no final das contas mais interessa:

First Of The Gang To Die, You Have Killed Me, Black Cloud e When Last I Spoke To Carol. As inevitáveis Everyday Is Like Sunday, Speedway, You're The One For Me, Fatty.

Os sucessos inesquecíveis dos Smiths, o turbilhão emocional de I Know It's Over, How Soon Is Now?, o hino de amor da juventude ‘perdida’ dos anos 80– There Is A Light That Never Goes Out, cantada em coro pela plateia, e mais no final a delicadeza comovente de Please, Please, Please Let Me Get What I Want.

Depois de 1 hora e meia Mozz disse adeus ao som de One day goodbye will be farewell,

Always be careful
when you abuse the one you love
The hour or the day no one can tell
But one day "goodbye" will be "farewell"
And you will never see
the one you love again
You will never see
the one you love again

E tomara que essas palavras não sejam uma profecia de Mozz e que logo ele retorne por essas bandas, para mais uma vez salvar nossas vidas, pelo menos por um domingo no ano.

Depois do show não teve jeito, nada de carne, apenas uma salada antes de dormir.

Trilha Sonora
Artista: Morrissey
Música: Please, Please, Please, Let Me Get What I Want

domingo, 11 de março de 2012

Cinza e Maravilhoso



Astral lá em cima. É domingo, não está aquele sol dos infernos lá fora (graças a Deus), e o outono está cada vez mais perto. Hoje tem Morrissey em São Paulo, isso se a quota de ingressos para vegetarianos for toda vendida é claro (rsrsrs).

Este som é de uma trupe inglesa que gosta de mesclar musica eletrônica, indie rock e hip hop entre outras experimentações. E que a semana seja ótima, apesar de viver no Brasil – o país onde ninguém pode falar mal de nada, já que a natureza é prodiga, as pessoas são “alegres”, e tudo é divino e maravilhoso....

Bora lá Morrissey porque “Everyday is like Sunday
Everyday is silent and grey”.

Trilha Sonora
Artista: The Young Punx 
Música: 'Ready For The Fight

sexta-feira, 9 de março de 2012

Errante



Não adiantaria de nada viver se eu não pudesse errar vez por outra
Não valeria a pena ver o sol caindo atrás das colinas
Com seus raios pontilhando a paisagem
Se eu não soubesse
Que sou um errante convicto.

Então canta Morrissey
Irei ouvir calado.

Good times for a change
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad
So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want
This time

Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man
Turn bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time
Lord knows, it would be the first time


Trilha Sonora
Artista: The Smiths
Música: Please, Please, Please, Let Me Get What I Want