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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Just a Normal Day



São Paulo, mais de 11 milhões de pessoas
e eu aqui sozinho neste quarto...

Vou contar enfim neste cantinho da web qual é a minha melhor auto definição:

Eu sou um best seller do fracasso!

Gostaram?

É mais um dia normal lá fora e, se ligar a tv ouvirei apenas notícias de tragédias, da violência das ruas, da corrupção, dos infortúnios alheios...

E daí?

Ninguém afinal está mesmo importando-se com o meu retumbante e solitário, fracasso...

Cantem “meninos”, suas vozes e sua melodia combinam tanto com a minha melancólica tristeza da meia idade.

Boa noite.

Supertramp "Just a Normal Day"



quinta-feira, 23 de maio de 2013

Fool's Overture 2



Essa postagem foi feita em 2011, e acho que vale a pena publica-la novamente.

Existem canções que são mesmo difíceis de serem esquecidas. Quando a música entrou em minha vida tudo era fascinante. É claro que muitas músicas que ouvi três décadas atrás já foram deletadas da minha memoria, melhor dizendo, algumas.

Sou de uma geração imediatamente posterior ao punk rock, ou seja, peguei o rescaldo da música feita com emoção, não importava se o cara sabia tocar muito bem uma guitarra ou não. O punk trouxe uma contribuição bacana ao cenário musical, porque de certa maneira havia um foço bem grande entre os virtuosos e os não virtuosos.

O rock progressivo era cria de uma geração muito talentosa que estudara em boas e reconhecidas escolas de música da Europa e dos Estados Unidos. Bandas como Yes, Genesis, Emerson Laker & Palmer, Supertramp e tantas outras fizeram escola durante os anos 70.

Quando o punk aparece em meados dos 70’ este panorama é alterado, sobretudo na questão do consumo da música. Para a indústria fonográfica o movimento punk – que não se restringiu apenas ao meio musical é bom frisar bem isso – veio muito a calhar com sua ideologia do “do it yourself”. Entenda-se, as vendas que não iam lá muito bem voltaram a crescer.

Bem, na minha adolescência em tese você era punk, ou metaleiro, mas felizmente havia pequenas frestas que permitiam a você gostar tanto de um lado como do outro, e mesmo assim continuar aberto para novas tendências.

Todo esse blá-blá-blá serve apenas para dizer que continuo admirando esta balada épica do Supertramp. “Fool’s Overture” é de fato uma viagem musical inesquecível, pode ser longa, pretenciosa, mas é antes de tudo linda!
Mesmo após tantos anos ainda me sinto reconfortado ao ouvir seus acordes, a voz de Roger, os climas que perpassam pela canção.

Enfim, esta é uma daquelas músicas que não precisa de nenhum tipo de tradução, basta ouvi-la, porque o resto acontece sozinho.

Vitrola: Roger Hodgson (Supertramp) - Fool's Overture

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Hide in Your Shell



Ah! “Hide in Your Shell”, do Supertramp, aquela banda que fazia um som quase arrebatador, misturando talento, suor e uma porção saudável de pretensão. Aqui Roger Hodgson matando as saudades em um dos hits da banda. Bons tempos para sempre!

Vitrola: Roger Hodgson – Hide in Your Shell

sábado, 20 de outubro de 2012

Gravidade Zero



Indo ao encontro de Brett e cia. Não sei ao certo a razão, mas esta canção graciosa do Supertramp me veio à mente... 

O Suede é uma banda derivada do Glam rock, sons mais sujos, muita pose, o que definitivamente não é a praia do Supertramp, mas e daí?

Afetividade, provavelmente, pois é isso que ambas possuem incomum em minha vida; afeto e carinho... 

E que o show do Suede me tire de orbita pelo menos durante 90 minutos, tal qual o sax do Supertramp que acaba de me tirar do chão por alguns segundos...

Vitrola: Supertramp – My Kind Of Lady