Mostrando postagens com marcador guilherme arantes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guilherme arantes. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de novembro de 2016

Ele


É bem provável que na vida
Em alguns momentos apenas e tão somente ele,
O amor
Possa nos salvar...

Ah! Se eu conseguisse te dizer
o quanto amei
e nunca soube me expressar
eu me assustei
pois tinha pressa de viver
pressa demais
de aprender como é que faz
pra chegar perto de você
e revelar
aquele brilho no olhar
aquele jeito de sorrir
ao ver o amor nascer
Ah! Se fosse fácil mergulhar
numa ilusão
e não conter à explosão
de um grande amor
de uma semente que esperou
chegar seu tempo pra brotar
e revelar
aquele brilho no olhar
aquele jeito de sorrir
ao ver o amor nascer


Guilherme Arantes – O Amor Nascer

quarta-feira, 25 de março de 2015

2 Anos...



Há dois anos atrás muita coisa nova aconteceu em minha vida …

Olá Mundo!

Nasci numa noite típica do outono paulistano e na mais paulista de suas avenidas. Conheci mamãe e papai às 20h55 da terça-feira 26 de março do ano da graça de 2013. Nasci medindo 50,5 cm e pesando 3,500 g. Meu pai me disse no meu ouvido que eu sou um garoto tranquilo, um pouco resmungão como ele, mas muito calmo e, principalmente fofo!!!

Esse mundo é imenso e parece um pouco confuso, mas estando perto do papai e da mamãe ficarei em paz.

Agora essa criança já mede 87 cm e pesa 16 kg...

“Não há um bem maior do que a pequena criança”...


Vitrola: Stevie Wonder e Guilherme Arantes

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Deixa Chover


Um músico extraordinário, sem dúvida um arquiteto (profissão de origem) do cancioneiro pop nacional, alguns os chamam de nosso Elton John. Será um prazer poder trabalhar com ele em algumas ocasiões ao longo deste ano...

Bem vindo Sr.2015 – ótimas melodias neste novo ano!


Vitrola: Guilherme Arantes – Meu Mundo e Nada Mais/Um Dia um Adeus/Amanhã/Deixa Chover

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Canção do vento e da minha vida



Desta vez alguns poetas me acompanham para celebrar a data, para me ajudar a tentar entender o que me aconteceu nos últimos 45 anos...
A ação do tempo sempre me mobilizou, encantou e ao mesmo tempo assombrou:
“O tempo traz
o que você não esperou
nem percebeu
que não volta mais
viveu, passou, /morreu”,
diz Guilherme Arantes em uma de suas mais recentes canções.
Existem alguns séculos separando Guilherme, eu e o poeta Manuel Bandeira,
mas quando leio o poema de Bandeira, logo arregalo os olhos, parece-me tão atual!
Canção do vento e da minha vida
O vento varria as folhas,
O vento varria os frutos,
O vento varria as flores...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De frutos, de flores, de folhas.
 
O vento varria as luzes,
O vento varria as músicas,
O vento varria os aromas...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De aromas, de estrelas, de cânticos.
 
O vento varria os sonhos
E varria as amizades...
O vento varria as mulheres...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De afetos e de mulheres.
 
O vento varria os meses
E varria os teus sorrisos...
O vento varria tudo!
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De tudo.
Manuel Bandeira
O vento que varria os meses, e varria o lindo sorrir, varria às vezes a esperança...
É neste instante que o outro poeta do século passado entra em cena e canta com sua dramaticidade ímpar que me encanta, pois sei sim que sou um ser dramático por natureza:
“Please wait
Don't lose Faith”…
Morrissey me presenteia com sua singularidade poética,
e assim recebo os presentes atemporais, as mensagens de fé e esperança em mais um natal Cármico.
Obrigado meus queridos amigos...
Vitrola: Morrissey - I know It's Gonna Happen Someday
 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Pra Começar o Dia


E lá vou eu de novo...
Bom dia universo!
hoje é apenas mais um dia
eu sei que novamente irei errar
não terei a tal paciência tão sublime
não verei a alvorada
e nem assistirei o sol se pondo
enquanto os pássaros voam de volta ao lar...

Maestro
essa é minha prece:
guie os meus passos
coloque encanto onde só há tristeza
desenhe o belo
lá nos meus recantos mais escuros
abra as minhas gavetas secretas
transforme dor em alegria
angústia em esperança
descrença em fé...

Pra começar o dia
eu quero
a cor e o som da harmonia...

Vitrola: Guilherme Arantes – Pra Começar o Dia

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Seguindo em Frente



“A arte de sorrir
Cada vez que o mundo
Diz não”.

No meu dia a dia
desde cedo, desde sempre
oque mais ouvi e ouço é a palavra: NÃO!
Então fiz um pacto com um anjo amigo meu
tentar vivenciar a letra de Guilherme
e sorrir como Carlitos em Tempos Modernos
cada vez que o mundo me dizer
mais um NÃO!

Vitrola: Maria Betânia – Brincar de Viver

sábado, 27 de abril de 2013

Tão Comum



Madrugada
a hora do silêncio...

sou um homem comum, tão comum
que os meus sonhos acontecem
enquanto todos dormem.

Vitrola: Peter Skellern - You're a Lady

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Cartas ao Românticos



Aos românticos que nunca desistirão do encantamento
mesmo quando os donos deste mundo
plantam ao nosso redor apenas espinhos,
sabotam a beleza do sorriso da criança
do olhar perdido da mocinha descobrindo o amor.

Eles são cruéis e não sabem o que é o amor...

Quando eu for o dono do mundo
eles estarão trancados em seu próprio ódio
Mas
românticos não dominam o mundo...
eis Dom Quixote sussurrando em meus ouvidos...

Ah! Se fosse fácil mergulhar
Numa ilusão
E não conter à explosão
De um grande amor
De uma semente que esperou
Chegar seu tempo pra brotar
E revelar
Aquele brilho no olhar
Aquele jeito de sorrir
Ao ver o amor nascer.

Obrigado Guilherme pelos versos!

Vitrola: Guilherme Arantes – Prelúdio (O Amor Nascer)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Antes Que Chegue a Manhã



Acabada a sopa de nabos, um ferreiro cochilou por instantes junto ao fogo, depois foi deitar-se ao lado da esposa, soprou a vela e adormeceu.
Sonhou que subia em uma carruagem. Os cavalos galopavam, galopavam, e embora a noite fosse interminável, logo chegaram a uma cidade e pararam diante de uma edificação nobre e grandiosa. O ferreiro saltou, atravessou o grande umbral, subiu a escadaria de pedra. Seus pés conheciam cada degrau. Chegando ao alto, abriu a segunda de muitas portas de uma longa galeria e, apressado para não ser colhido pela manhã, despiu-se e meteu-se entre os lençóis na grande cama de dossel vermelho. O dossel ondulou de leve, sua cabeça despencou no sono.

Acordou com a primeira luz da manhã varando a janela e cortinado. Suas roupas estavam na cadeira. Vestiu-se rapidamente, abriu a porta, desceu a escadaria, e entrou na carruagem.
Os cavalos galoparam, galoparam e embora o dia parecesse não ter fim, logo era noite e chegaram a uma aldeia. Pararam diante de uma casa. O ferreiro saltou, empurrou a porta que sua mão conhecia tão bem, sentou-se à mesa e começou a comer. Acabada a sopa de nabos, cochilou por alguns minutos junto ao fogo, depois foi deitar-se com a esposa, apagou a vela como quem apaga o dia, e entregou a cabeça ao travesseiro.

Lá fora, a carruagem esperava.

*Um conto de autoria de Marina Colasanti


Guilherme Arantes – Pérolas de Neon