Although I search myself, it's
always someone else I see
Enquanto
Elton canta eu me recordo de outras palavras...
Pegue um
sorriso e doe-o a quem jamais o teve.
Pegue um raio de sol e faça-o voar lá onde reina a noite.
Descubra uma fonte e faça banhar-se quem vive no lodo.
Pegue uma lágrima e ponha-a no rosto de quem jamais chorou.
Pegue a coragem e ponha-a no ânimo de quem não sabe lutar.
Descubra a vida e narre-a a quem não sabe entendê-la.
Pegue a esperança e viva na sua luz.
Pegue a bondade e doe-a a quem não sabe doar.
Descubra o amor e faça-o conhecer ao mundo"
Mahatma Gandhi
Vitrola: Elton John - Don't Let The
Sun Go Down On Me
No documetário
“No Distance Left To Run” do Blur – algumas histórias da banda e do chamado
Brit Pop dos anos 90 aparecem como pano de fundo para enredar a história dessa
banda inglesa, e daquele movimento espontâneo que terminou por capitular a Grã-Bretanha naquele período.
No vídeo acima uma das canções mais
bonitas do Blur é cantada em um concerto beneficente e, lá estão juntos além Damon (vocais)
e Graham (guitarras), Noel do Oasis – a banda que rivalizou com o Blur durante
os anos 90, (hoje todos são amigos), além de Paul Weller (da segunda geração
de astros britânicos do final dos anos 70) brincando na bateria.
Tender é um
gospel lançado no belo álbum “13” um dos melhores do Blur em 1999, o canto do
cisne da agitada década de 90.
Vale
conferir!
Vitrola: Noel Gallagher, Paul Weller
& Blur - Tender
A Sinfonia
n°2 de, Gustav Mahler, intitulada – Ressurreição - é uma jóia rara. Nela Mahler
Faz uso de grande orquestra, inclusive de músicos nos bastidores, fora do
palco, algo não usual.
Nesta
sinfonia, a escrita contrapontística de Mahler é um fato que nos prende,
hipnotiza. Muitas vezes, o compositor pensa de forma polifônica e é possível
seguir a linha de cada conjunto de instrumentos: cada linha é independente, tem
um sentido e é indispensável para o todo.
Aqui um
pequeno trecho da sinfonia regida pelo Maestro Leonard Bernstein.
Nunca ouvi
nada antes mais próximo do que seja uma ressurreição. Malher conseguiu intuir,
trouxe uma mensagem poderosa, magnífica sobre o poder da vida e o desespero da
ausência dela.
A condução
de Leonard Bernstein também é rica, digna da mais pura lágrima, talvez a melhor
tradução ao sublime espetáculo da ressurreição de Gustav Mahler.